quarta-feira, 8 de maio de 2013

Chamados para a Missão Integral


          Quando falamos em missão no segmento evangélico, logo nos vem a mente a tarefa que nos foi confiada por Cristo, ou seja entendemos por missão à propagação do Evangelho da salvação. Isso não está errado, mas a compreensão do termo é muito mais ampla. Antes de nos comissionar para semearmos as boas novas, Cristo nos chamou para experimentá-las. Somente posso testemunhar a respeito daquilo que conheço. Fazer a obra de Deus está intrinsecamente ligado a ser a obra de Deus em toda sua plenitude. 
          Quando aceitamos ao Messias como Senhor e Salvador de nossas vidas ocorre em nós uma transformação muito profunda e passamos da condição de escravos do diabo para a de filhos do Pai eterno,o que consequentemente levará todas as áreas de nossa vida a uma intensa mudança. Essa metamorfose espiritual redefinirá a nossa escala de prioridades, além de nos conduzir a uma existência com propósito. Ai está a chave que destrava a compreensão, pois a missão integral só poderá ser desenvolvida por aqueles que vivem sob a perspectiva espiritual correta.
          É muito comum em nosso meio estabelecermos a divisão do que fazemos entre secular e espiritual, mas, quem está edificado sob a égide do chamado integral vive o evangelho de maneira plena, ou seja, compreende que a comissão do Emanuel implica em ser e fazer a obra. Explicando melhor; Deus nos chamou com o objetivo de nos reconciliar com Ele e assim restaurar todas as áreas de nossa existência, o que consequentemente nos levará a sermos testemunhas vivas do Seu poder, dessa forma possibilitaremos ao próximo a experiencia da salvação. Não há como dissociar, como pregar uma transformação que não experimentamos.
          A obra da salvação ao atingir todas as nuances de nossa vida nos levará a ser cristãos, pais, mães, filhos, esposos, esposas, patrões, empregados, profissionais, pastores, cantores, etc.. segundo o coração de Deus e isso servirá de testemunho para aqueles que estão ao nosso redor. Assim cumpriremos o chamado em sua plenitude. Em todos os níveis de relacionamento, tanto familiares quanto sociais, levaremos aos perdidos mais que palavras, mas o exemplo e a testificação de que Cristo vive em nós e através de nós.

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