quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O Fardo da Aparência

          
          Depois de vários dias volto a postar no blog. Nesse artigo quero falar sobre a necessidade que o ser humano tem de agradar a sociedade na qual está inserido. Em alguns casos, extremos claro, existem  pessoas que vivem mais preocupadas com o conceito que os outros tem de si, do que com o que acham ser o melhor para suas vidas. Está situação cria verdadeiros cárceres da emoção e com certeza conduz o indivíduo a uma vida de aparências e mediocridade.
          Como em tudo na vida, vamos usar o exemplo de Cristo. Você já imaginou se Jesus tivesse pautado sua vida por aquilo que as pessoas pensavam ou falavam dele? Com certeza nós não estaríamos aqui, salvos e redimidos pelo sangue do Cordeiro. Pelo contrário; o messias colocou a vontade de Deus como única bússola para sua vida e como bem sabemos, por tal ato enfrentou calúnias, difamações e por fim a execração pública.
          Analise e veja, como não exitamos em condenar alguém que não se enquadra no padrão que estabelecemos para nossa vida. Como nos colocamos muitas vezes como guardiões de toda verdade existente na terra. Ledo engano. Não devemos julgar as pessoas, pois isso cabe a Deus e nem devemos viver reféns daquilo que a sociedade pensa de nós, pois em Cristo fomos salvos e libertos para vivermos de acordo com a sua vontade.

2 comentários:

  1. Muito interessante a postagem. Porém quero discordar em alguns pontos. Em primeiro lugar quando alguém se submete ao fardo da aparência, não é para agradar a sociedade e sim para defender interesses pessoais. Os mais diversos, tais como, imagem, posição,profissão,finanças. Alguns interesses são até nobres como proteger pessoas amadas, zelar e guardar valores ou princípios cristãos.
    Em segundo lugar, se formos olhar para o exemplo de Cristo, o amor ao próximo, a palavra, o testemunho de fé, e tantos outros,somos encorajados a tomarmos a nossa cruz, olharmos para Cristo e completarmos a carreira. Você já imaginou se Jesus ao invés de esvaziar-se de si mesmo e ir à cruz tivesse deixado de pensar no homem pecador? Pelo contrário como você mesmo afirma ele foi à cruz e o mesmo devemos fazer. Você já imaginou se Jesus resolvesse abandonar a sua noiva (igreja) imperfeita mas alcançada pela sua graça e misericórdia?Não devemos viver conforme o que achamos melhor para nossa vida, isso é egoísmo, mas como Cristo colocar a vontade de Deus como nossa única bússola.
    Em terceiro lugar, analise e veja se os que resolveram "desagradar a sociedade" não contribuíram para degradação da mesma.Concordo com você quando diz no final do texto, "que não devemos viver reféns do que a sociedade pensa, pois em Cristo fomos salvos e libertos para vivermos de acordo com a sua vontade". O que Deus pensa de nós é inquestionavelmente mais importante. Que bom seria se os que se indignam com a sociedade estivessem de fato preocupados com o que Deus pensa sobre eles. Por fim o caminho proposto pela sã doutrina é estreito e somente os que estão verdadeiramente em Cristo se dispõem a andar por ele.

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    1. Comentário sensato e pertinente. Claro que o fato de não aceitarmos uma vida de aparências não nos dá o direito de vivermos de maneira libertina e transgressora. Antes devemos buscar o exercício da liberdade que temos em Cristo com responsabilidade. Um grande abraço.

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