segunda-feira, 21 de maio de 2012

Dependentes de Deus


          Com certeza esse é um tema que tem conquistado cada vez mais espaço dentro dos círculos evangélicos hoje. Mas, será que já compreendemos o que é viver em completa dependência de Deus? Acredito que o texto que define bem essa realidade encontra-se no evangelho de João, capítulo quinze, versículo cinco, onde Jesus afirma: "...porque sem mim nada podeis fazer." Dessa forma, compreendemos que depender de Deus consiste em submeter toda a nossa vida à Sua direção. Em contrapartida, as pessoas que não professam a Cristo como senhor e salvador de suas vidas podem realizar muitos feitos, porém, tudo o que fizerem não passará pelo teste do tempo, ou seja, mais cedo ou mais tarde cairá no esquecimento e perderá sua relevância. Somente as coisas que são feitas em Deus são eternas.
          Partindo desse entendimento, devemos concluir que é fácil submeter a nossa vida à dependência de Deus. Ledo engano, pois, para submeter a minha vida ao senhorio de Jesus preciso ter passado por um processo de arrependimento (metanoia: mudança de mente) verdadeiro, haja visto, que o homem natural jamais conseguirá esvaziar-se de si mesmo para que a glória divina o preencha. Analise comigo quantas vezes em oração entregamos toda a nossa vida a Deus e na primeira decisão agimos sem lhe consultar? Infelizmente, esse sentimento de independência, herdado da rebelião adâmica está dentro de nós e é mais forte do que imaginamos.
       Somente através de uma renuncia verdadeira e de uma vida disciplinada de consagração conseguiremos pela graça de Deus dependermos Dele verdadeiramente. É de fato um grande desafio, mas, vale a pena pagar esse preço, pois, se todas as decisões que tomarmos partirem de uma direção divina, logicamente eliminaremos os atropelos e as frustrações do caminhar sem Deus. Finalizando, volto a enfatizar que o propósito do Senhor para nossa vida deve sempre estar acima dos nossos sonhos e projetos pessoais, pois, isso nos tornará verdadeiramente dependentes Dele.
          

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